ESTUDOS REVELAM QUE 42% DA POPULAÇÃO DESCONHECEM O PRÉ-DIABETES.

 

 

 

Uma pesquisa do IBOPE Inteligência encomendada pela Merck aponta que 42% da população do país desconhece o pré-diabetes, embora 15% dos brasileiros convivam com essa condição que, se identificada, poderia evitar o aumento de 61,8% dos casos de diabetes nos últimos anos.
O estudo foi conduzido em outubro com 2 mil entrevistados e ainda revelou que, do total de pessoas com diagnóstico da doença, 47% não receberam um diagnóstico de diabetes. “A partir desses indicadores, a classe médica e também os farmacêuticos devem se conscientizar dos seus respectivos papéis para reverter esse problema, claramente associado à desinformação e que tem sido neglicenciado por parte dos profissionais da saúde”, adverte o Dr. João Eduardo Nunes Salles, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e coordenador da disciplina de Endocrinologia e Metabologia da Faculdade de Ciências Medicas da Santa Casa de São Paulo.
Além disso, 55% dos brasileiros estão na faixa do sobrepeso e 66% sequer praticam atividades físicas regulares. Alguns tabus também contribuem para essas estatísticas – 76% acreditam que a simples ingestão de doces já é causa de surgimento da doença, mas somente 34% a relacionam com a pressão alta.

“A informação é uma ferramenta essencial para estimular a mudança de hábitos e é isso que buscamos com a apresentação dessa pesquisa”, reforça o Dr. Marcos Cataldo, gerente médico da Merck. Segundo a companhia, 1/3 do faturamento de sua área de biopharma provém de medicamentos contra o diabetes, tema que vem despertando na empresa uma série de campanhas de orientação. Uma delas foi viabilizada em parceria com a Medisafe, com o lançamento de um aplicativo para gerenciar a utilização de remédios contra doenças crônicas e incentivar a adesão aos tratamentos prescritos.
No início de 2018, a Anvisa aprovou a indicação do Glifage® e do Glifage® XR para tratamento do pré-diabetes. Ambos têm a metmorfina como princípio ativo e estão disponíveis gratuitamente no programa Farmácia Popular.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

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